Série do mês - Skins


Oi bonitos, como estamos hoje?

Eu, como uma pessoa louca por séries que sou, passei as férias fazendo as famosas maratonas, então toda última terça-feira do mês vou indicar uma série pra vocês - sim, tem conteúdo até o final do ano! hahaha -. Se tiverem alguma dica, me mandem!

Skins

Skins é um pouco "antiga" (2007 - 2013), então para alguns não vai ser novidade, mas não me lembro de uma série tão boa no estilo drama-adolescente quanto essa. Se ela está aí na sua lista de séries, dê prioridade. E se tiver muito tempo que você assistiu, assista novamente, porque é incrível como nossa visão para as coisas podem mudar com o tempo.

A série se passa em Bristol, na Inglaterra e é dividida em sete temporadas, sendo uma geração a cada duas temporadas e a última temporada conta com o desfecho de três personagens emblemáticos das gerações.


A Primeira geração é composta por nove personagens: Anwar, Cassie, Chis, Jal, Maxxie, Michelle, Sid, Tony e Effy.
Essa é minha geração preferida, não que eu não ame as outras, mas essa, pra mim, é a melhor. Foi a que mais me emocionou, a que mais me identifiquei e que mais senti falta vendo as outras gerações.
A 1ª temporada é basicamente uma apresentação de cada um deles e a 2ª é o desenvolvimento deles conforme coisas difíceis vão acontecendo (Skins teve essa dinâmica em todas as gerações).




A Segunda geração também conta com nove personagens: Effy, Cook, JJ, Freddie, Naomi, Emily, Pandora, Katie e Thomas.
Assim como na primeira, meu amor por essa geração também é gigante, O que acho mais legal é que como a Effy veio da primeira geração, uma conexão entre as duas gerações acabou sendo criada - coisa que fez falta na terceira, na minha opinião -.
Fazem parte da 3ª e 4ª temporada da série e diferente da primeira geração, eles não começam sendo um grupo de amigos, eles acabam se tornando ao longo das temporadas.A 5ª e 6ª temporada conta com a terceira geração: Grace, Mini, Franky, Nick, Alo, Rich, Alex, Liv e Matty.
Essa é a geração mais problemática no sentido de abordar muitos temas tabus, desde drogas, sexo, insegurança até espiritualidade. Ela é maravilhosa também e acho que só faltou mesmo uma conexão com as outras gerações pra ficar ainda melhor.
Essa geração foi a que mais me causou amor e ódio pelos personagens, mas foi linda!

 Melhor casal 1ª geração

 Melhor casal 2ª geração 


Melhor casal 3ª geração e mundo <3


A 7ª temporada tem apenas 6 episódios e conta a história do que veio depois da fase adolescente de três personagens: Effy, Cassie e Cook. Particularmente, apesar de ter sido muito bom ver os personagens novamente, saiu muito da temática de skins, mas faz parte. Crescer é isso! HAHAH


E Skins fez tanto sucesso entre os jovens que, inclusive, em SP acontece ao menos três vezes por ano a festa baseada nas festas da série, que é a Skins Under Party. Eu ainda não pude ir, mas todos meus amigos que foram, amaram e recomendam, e disseram que sim, é como nas festas da série, só que melhor!
Resumidamente, você compra o ingresso (openbar), vai na data e local de encontro e um ônibus te levará pra um lugar secreto onde acontecerá a festa.
Para maiores informações:Skins Under Party


Por que assistir?

(a carinha deles esperando você abrir esse netflix)

Poucas séries me envolveram tanto quanto Skins, e quando digo envolver, não me refiro apenas a não conseguir parar de assistir, mas também a sentir saudade de cada personagem e não conseguir ver uma foto da série sem sentir que aquilo mudou minha vida. Uma loucura, né?
Na minha opinião, o que torna Skins tão especial e única é o modo como a série foi feita. Cada episódio conta sobre um personagem na visão dele mesmo, o que faz você viver num amor e ódio intenso no decorrer dos episódios. O jeito como a série é  conduzida faz com que nos aproximemos dos personagens a ponto de nos identificarmos com eles e os vermos como amigos nossos muito próximos - às vezes namorado (a) e tal (beijo, Freddie! hahaha) -.

(meu namorado e a Effy)

A série é sensacional por além de trabalhar toda essa relação da gente com os personagens, ela abordar muitos temas tabus, desde drogas, aborto, sexualidade, morte, etc, o que te faz problematizar e questionar muitas coisas e por haver essa relação tão trabalhada, você acaba se colocando em cada situação. É muito maravilhosa, gente!

O que a série me ensinou?

(reação deles ao ver meu depoimento! hahaha)

Entre milhares de coisas, sem dúvidas, a maior lição que ficou pra mim foi a de entender as pessoas. Cada pessoa tem um motivo pra ser e reagir como é, não sabemos de quase nada sobre quase ninguém, por isso, não julgar e amar cada um com seus defeitos é o que o mundo tem precisado.
Outro ponto que não sei se é uma lição, mas a sensação quando assisti a série e em todas as vezes que vejo fotos ou lembro dela é de que a vida passa muito rápido e que aquele clichê de "viver cada momento como se fosse o último" é um dos mais verdadeiros.

(fazer o que, né non?)

E então, tá esperando o que pra abrir esse netflix e se apaixonar? Se divirtam e segurem essas marimbas, porque skins acaba com qualquer ser-humano. E voltem pra me contar o que acharam e para quem já assistiu venham cá compartilhar esse amor gigante comigo!

Amor pra vida inteira <3


E pra quem é fã, vale lembrar que esse ano tem a primeira convenção de Skins aqui no Brasil. Pouca coisa foi informada, mas sabe-se que será realizada em em São Paulo e Rio de Janeiro.
Até hoje, dois atores foram confirmados (claro que terá mais depois, ok?) o Joe (Chris) e a Kaya (Effy). Ingressos, datas e local serão divulgados em breve.
Acessem o evento da convenção para novas atualizações.


Beijos skinnerianos <3

Todas imagens via twitter: @SkinnersBR

Com carinho, pra você: ex grande amor!


Estava aí pela vida, rolando pela timeline do facebook, quando me deparo com esta imagem em um grupo. Escrevo algo simples e acabo lendo os outros depoimentos. Cada um contando uma história, uma dor, uma esperança... me vi em cada um daqueles relatos, cada um deles representava algum momento da minha vida e me veio uma vontade louca de escrever mais do que uma simples frase. Então vamos lá!


"Passei as últimas horas de 2015 chorando pelo meu amor por você. Esse amor que eu tanto alimentei e cultivei, esse amor que já me fez sorrir tanto, mas que dois anos depois me faz doer, esse amor que eu teria que guardar em uma gaveta na minha memória e seguir em frente no novo ano que estava prestes a começar.
Engraçado como quando decidimos realmente fazer algo, se decidimos com todo o coração, o universo conspira pra que aquilo se realize. E foi assim que 2016 chegou pra mim: com a promessa de superar o amor que sinto por você e com tudo conspirando pra que minha promessa se tornasse real.
Conversamos tantas vezes desde então e em cada conversa mais eu vejo o que você se tornou. 
Não é mais o mesmo homem que me apaixonei há mais de dois anos atrás, não sou mais a mulher que se apaixonou por aquele homem. Mudamos muito, espero que pro bem!
Como aparentemente as coisas estão bem mais reais e claras na minha cabeça, gostaria de dizer que quero que você seja muito feliz com seus novos projetos, que seu sorriso continue sendo tão sincero e fácil e que seu olhar tenha o mesmo brilho de sempre. Espero que você continue sendo aberto as coisas e esculte o que as pessoas tem a lhe ensinar e que com a sua bagagem enorme de reflexões você também as ensine muito. Que sua criatividade aumente cada vez mais, que você continue sendo ousado, mas que antes de qualquer coisa continue acreditando e querendo o bem para o mundo. Que de uma vez por todas você entenda o valor das pessoas que te amam e que você aprenda a amar e cuidar de quem faz o mesmo por você. Que você continue dando valor a sua solidão, mas que comece a apreciar a presença de pessoas diferentes e que fazem questão de estar por perto.
No mais, tome cuidado com pular portões, com o excesso de bebidas alcoólicas, com amigos que não estão interessados em te ajudar. Coma coisas saudáveis e em horários corretos e durma bem.


E apesar de qualquer coisa, nunca esqueça que sempre estarei aqui por você.
Até."


As nossas atitudes

Oi gente bonita, como estão? Comigo tudo bem!

Não sei se isso acontece com vocês, mas às vezes tenho muita dificuldade em me colocar no lugar do outro. Em atitudes óbvias sempre penso no famoso "Não farei isso, porque não gostaria que fizessem isso comigo", mas as coisas mínimas sempre me escapam. Várias vezes me pego ignorando pessoas em alguma conversa online, outras vezes não presto muita atenção no que estão me contando, às vezes até sou grossa sem necessidade.
É claro que ninguém é perfeito e que é normal cometermos erros, mas acho importante tomarmos consciência da dimensão das nossas atitudes. Realmente somos um grãozinho de areia nessa imensidão, mas ainda assim, temos o poder de afetar outras vidas.
Conheci um moço pela internet certa vez, a conversa fluiu super bem desde o primeiro contato, parecia que nos conhecíamos há muito tempo, já no primeiro dia conversamos por horas pelo telefone, e logo eu, que há tanto tempo não tinha essa afinidade com alguém, fiquei bastante animada para conhecê-lo pessoalmente. No entanto, existiam coisas um pouco confusas acontecendo na minha vida, problemas em casa, desde financeiros até de relacionamento e, como de costume, me deixei levar por esses problemas e acabei não sendo mais tão atenciosa com ele. Estava tão distraída com as minhas coisas, que mal dispunha de tempo pra manter uma conversa com ele. E, obviamente, fomos nos afastando, até não nos falarmos mais.
Dia desses puxei assunto com ele, e no desenrolar da conversa vi que ele estava magoado, tentei entender o que ele tinha pra dizer e para minha surpresa ele me intitulou como alguém que deixa as pessoas em segundo plano, que só procura quando é do meu interesse.
Fiquei surpresa porque realmente não sou esse tipo de pessoa, fiquei chateada e parei pra refletir no quanto nossas atitudes podem afetar as pessoas. Mesmo sendo alguém que você nunca viu pessoalmente, mesmo que essa pessoa mal te conheça, suas atitudes definem seu destino.
Esse moço poderia ter se tornado um grande amigo, poderíamos ter nos divertido muito, viajado juntos, quem sabe nos apaixonaríamos mais adiante? Mas escolhi dar voz aos meus problemas e acima disso, escolhi não me colocar no lugar do outro e com isso, cultivei em alguém uma impressão e um sentimento ruim a meu respeito.
Por isso venho hoje dizer à vocês que precisamos estar atentos, deixar de fazer coisas no automático, precisamos dar valor a coisas que tem valor e não à problemas - que logo se resolverão -, precisamos de muito mais consciência nas atitudes e cuidado com o outro e com nós mesmos. Isso é o que nos fará evoluir como seres humanos, estamos aqui pra isso, certo?

Beijos de luz!
<3

O rolê da baixa auto estima


Desde menina você é ensinada a se odiar aos poucos.
Afinal, ninguém suporta as meninas convencidas.

Você não deve se reconhecer inteligente, ou se achar tão esperta. Não deve se sentir bonita, inclusive você nem é mesmo, com essa barriga cheia de dobrinhas e este rosto doente cheio de espinhas, o cabelo que não é o da revista.
Se você fizer alguma coisa bacana, esconda ou diminua. Se você é boa com idiomas, ou desenha, ou gosta de música, ou é uma boa esportista, não tenha orgulho disso. Aprenda que na realidade você "nem é tão boa assim". Quando alguém te elogiar, discorde, diga que nem é tanto assim.
Pessoas gostam de meninas humildes.
Aos poucos, de tanto repetir a postura você internaliza. Aprende que na realidade, você realmente não é tão boa e nem faz nada tão bem assim. Você desenha, né, meio torto, não é tão legal quanto o das outras pessoas, melhor não mostrar. Você está gorda, melhor uma roupa mais frouxa, começar outra dieta. Olha o seu rosto, é realmente hora de por mais maquiagem.
Em doses homeopáticas você aprende que é insuficiente.
Não aceita mais elogios e duvida de si mesma. Não reconhece nada de bom no que faz. Se está sozinha é óbvio que é porque é pouco atraente ou interessante, e quando alguém se relaciona com você, você dá graças a deus pela misericórida daquele ser em te querer. Se ele te largar nunca mais vai aparecer ninguém.
Bem vinda ao rolê da baixa auto estima.
A única coisa que a cultura da auto-depreciação traz é um elevado índice de pessoas depressivas.
Ame-se.
Sinta-se bonita. Tira o foco dos defeitos. Se permita gostar de si mesma e se isto for ser prepotente, seja mesmo. Ser prepotente é legal, divertido e anti-depressivo.
Quando alguém te fizer um elogio, pare de discutir. Não faz nenhum sentido, se você pensar bem, insistir em convencer alguém - e convencer a si mesma - de que você é pouco.
Eu tenho uma amiga que quando alguém diz pra ela "você é linda" ela responde de volta "brigada sou mesmo". As pessoas não lidam bem, pra ser bem honesta. Como alguém pode SE achar linda? Sozinha? Assim, sem nenhum traço de auto diminuição? Isto é permitido por lei?
Uma vez alguém tentou miná-la:
- Você é linda.
- Valeu, sou mesmo.
- Nossa você se acha.
- Claro que não. Cê acabou de falar que sou mesmo ué. Então qual o problema em saber?
Não tem nenhum problema.
Se permite se achar incrível hoje. Se permite parar no espelho olhando não pras espinhas na testa mas pra como seu olho tem um formato super bonito ou seu cabelo hoje está muito legal. Se permite olhar pros teus estudos não focando naquela nota baixa em português, mas em como você se saiu super bem com álgebra. Se permite se amar, e se alguém estranhar, problema.
Já passou da hora da gente abandonar este culto à baixa auto estima - e que se parar pra pensar, não faz sentido algum. Se acha, moça, se acha mesmo. Se acha muito.


Por Ariane Carmo

Sinta, fale, seja!


Oi amores, como estão hoje? Eu tô ótima!



Ontem falei um pouco sobre as coisas que amo e escrever é uma delas.
Acho o ato de escrever tão maravilhoso, é colocar todos os sentimentos mais lindos e dolorosos em algumas palavras, mas ao mesmo tempo é tão difícil ser fiel a todos esses sentimentos.
Como dar voz a tudo isso? Como não silenciar nenhum pensamento? Ainda encontro um pouco de dificuldade nesse quesito. Minha mania de escrever acaba sendo bem mais simples do que o que eu sinto, e embora muitas vezes isso seja uma solução pra mim, às vezes aquele sentimento fica lá, quietinho, sufocado.
E reparei que na vida muitas vezes fazemos isso com nós mesmos, deixamos de falar coisas por medo, por vergonha, por achar que não vale a pena, mas acreditem em mim, SEMPRE VALE!
Não importa se aquele sentimento vai passar em dez minutos, não guarde. Se ele está ali te incomodando, ele merece ser ouvido, entendem?
Não desmereça nada do que você sente, porque isso é desmerecer a você mesmo. A coisa mais complicada nos dias de hoje, com tanta informação, tantas possibilidades é sermos nós mesmos, e devemos sim lutar por isso, porque não tem coisa melhor que isso. Não tem orgulho maior do que deitarmos a cabeça no travesseiro com o coração e a mente em paz por ter sido sincero com nós mesmos.
Acreditem, somos todos incríveis, assim como tudo o que sentimos e pensamos, isso merece ser compartilhado!

Beijos no coração! <3

Razões para acreditar



“Só me resta agradecer. Primeiramente, a Deus. Depois, à direção desta unidade, que acreditou na educação e, principalmente, ao ser humano. Quero ser o espelho de uma nova realidade, pois hoje me torno um pedagogo”, disse Venilton Leonardo, o primeiro detento de SP a concluir o ensino superior dentro da prisão.

É de encher o coração de esperança esse tipo de notícia!
Qualquer ser humano tem direito à educação e à uma vida digna. Vamos parar de julgar e alimentar o mundo de ódio e ao invés disso dar oportunidade para as pessoas conquistarem mais e mais os seus sonhos, sim? SIIIM!

Beijo <3


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